Tratamento da Psoríase em Placas: O Que Mudou em 2025?
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2025
O ano de 2025 trouxe avanços importantes no tratamento da Psoríase em Placas, reforçando uma tendência que já vinha se consolidando: terapias cada vez mais específicas, seguras e individualizadas.

Com o crescimento das evidências clínicas e a incorporação de novos medicamentos em guidelines internacionais, o dermatologista hoje conta com um arsenal ainda mais robusto para oferecer controle efetivo e qualidade de vida aos seus pacientes.
No conteúdo de hoje vamos comentar alguns desses avanços!
O que mudou nas diretrizes e na prática clínica?
Em 2025, as principais sociedades médicas reforçaram o papel dos imunobiológicos como primeira escolha para psoríase moderada a grave em pacientes elegíveis.
Diretrizes como as da AAD (American Academy of Dermatology), EADV (European Academy of Dermatology and Venereology) e da própria SBD (Sociedade Brasileira de Dermatologia) foram atualizadas, colocando ênfase na escolha de terapias que atuem diretamente nas vias inflamatórias IL-17, IL-23 e TNF-α.
Os estudos mais recentes apontaram não apenas para maior eficácia desses agentes, mas também para um perfil de segurança ainda mais favorável em longo prazo, especialmente com os bloqueadores de IL-23, que demonstraram manutenção sustentada da resposta clínica com baixíssimo risco de efeitos adversos graves.
Além disso, as diretrizes passaram a indicar tratamentos personalizados desde o início, considerando comorbidades (cardiometabólicas, articulares, psiquiátricas), expectativa do paciente e acesso ao sistema de saúde.
Novos imunobiológicos e pequenas moléculas: o que há de novo?
Em 2025, o destaque continua para os medicamentos que atuam na via IL-23.
Estudos publicados no New England Journal of Medicine e JAMA Dermatology mostraram resultados superiores de eficácia e manutenção a longo prazo com fármacos como risanquizumabe, guselkumabe e tildrakizumabe.
Além disso, as atualizações reforçaram a segurança dessas medicações em perfis mais complexos de pacientes, como idosos e aqueles com múltiplas comorbidades.
Outro avanço relevante foi a consolidação dos inibidores orais de TYK2 (como deucravacitinibe), que já estavam em ascensão e, em 2025, foram incluídos de forma mais estruturada nas diretrizes para pacientes com perfil de difícil adesão ao tratamento injetável ou que preferem opções orais.
Essas moléculas trouxeram ao dermatologista a possibilidade de oferecer um tratamento eficaz e prático, com menor impacto imunossupressor sistêmico do que as gerações anteriores de pequenas moléculas.
Medicina personalizada e o papel da tecnologia clínica
Outro ponto que ganhou força em 2025 é a necessidade de personalizar ainda mais a escolha terapêutica.
Não basta mais classificar o paciente apenas pela gravidade das lesões cutâneas. Hoje, é necessário avaliar:
- Comorbidades associadas (especialmente cardiovasculares e articulares);
- Impacto psicossocial da doença;
- Preferências do paciente (injeção vs. via oral);
- Acesso via SUS, convênios ou mercado privado;
- Histórico de resposta a terapias anteriores.
Ferramentas como o Bioplanner passaram a ser aliadas estratégicas nesse cenário, oferecendo recomendações atualizadas e personalizadas para cada caso clínico com base nas melhores guidelines nacionais e internacionais, otimizando a escolha terapêutica e facilitando o monitoramento.
O impacto prático para o dermatologista
Em 2025, o dermatologista que deseja oferecer um cuidado moderno e seguro deve:
- Estar atualizado com as diretrizes mais recentes (SBD, AAD, EADV);
- Incorporar ferramentas clínicas, como o Bioplanner, para reforçar decisões baseadas em evidências;
- Avaliar o paciente de forma ampla, incluindo aspectos clínicos, emocionais e sociais;
- Ter clareza sobre o acesso do paciente às terapias, seja pelo SUS, convênio ou particular.
Além disso, a documentação precisa e o acompanhamento sistemático continuam fundamentais, não apenas para a segurança do paciente, mas também para a aceitação de laudos por auditorias e operadoras de saúde.
O tratamento da psoríase em placas em 2025 evoluiu para um modelo mais personalizado, seguro e eficiente. Com novas moléculas, evidências sólidas e o suporte da tecnologia, é possível entregar mais qualidade de vida, menos riscos e maior previsibilidade nos resultados.
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Rua Jericó, 275 – Sala 4 – Sumarezinho
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Telefone:
Responsável técnico:
Aline Lissa Okita
Dermatologista
CRM: 150553 | RQE: 65.647
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